Terça-feira, 27 de Maio de 2008

Desafio nº17 – A melhor forma de dar uma nega (exceptuando a eterna dor de cabeça!)

 

 
Não é bem isto, mas anda lá perto. Deixem-me partilhar convosco a minha tese.
Outro dia estava a ver um filme, e uma rapariga pergunta à irmã mais velha o que há-de fazer para se assegurar que não vai ceder e ter relações sexuais com o rapaz por quem está fascinada, mas que sendo a primeira vez que vão sair juntos, não quer que tal aconteça.
A outra responde: Não te depiles! Perante o espanto da irmã, que acredita que está a ser gozada, esta explica-lhe que mulher nenhuma está disposta a ter relações sexuais se tiver as pernas cobertas de pelos.
Fantástico! É a pura das verdades!
Por mais embaladas pela atracção física, pelo ambiente criado, pelas hormonas ou seja lá porque for, a ideia de pela primeira vez nos despirmos perante um homem com os malditos pelos à vista ou naquela fase estúpida de pequenos mas a picarem as mãos, não tem mesmo qualquer hipótese.
Pois aqui está uma boa dica para quem se encontrar nesta situação.
Claro que a coisa não resulta para as casadas.
Ai o filme é outro!
O problema reside no contrário, não na necessidade de se conterem, mas bem pelo contrário, na tentativa de descobrir algo que lhes traga uma nova apetência pelo acto.
Mas isso fica para outra conversa.
Hoje o meu desafio é perguntar-vos se, já se encontraram numa situação em que estão ao rubro, quase, quase lá e de repente recordam que faltaram à depilação e a coisa funciona como um banho de água fria, ou se pelo contrário, este pequeno pormenor não vos diz nada e mesmo com pelos ou sem eles, vão em frente.
Aguardo os vossos comentários e já agora, o que sentem os homens quanto se deparam com a falta de suavidade da pele da rapariga e em vez disso algo muitos semelhante com a sua próprias barba?
 
 
 
 
publicado por Luísa Castel-Branco às 11:17
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Vox pop - E viva Campo de Ourique e as histórias felizes!

Fui lá armada em esperta. A intenção era saberm se aquelas mulheres que ali trabalhavam no Mercado de Campo de Ourique tinham sequer sabido da comemoração do Dia Internacional da Mulher.

E não é que todas, apenas uma excepção, tinham recebido presentes, eram casadas há mais anos do que imaginamos que ainda existam casamentos em Lisboa ?!

Toma lá Luísa para aprenderes!

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