Terça-feira, 8 de Abril de 2008

NOTICIAS NO FEMININO

Cara Luisa,
 
Deixamos uma sugestão que vai 100% ao encontro do público feminino na expectiva de que capte a sua atenção. 
Trata-se do próximo Workshop da INJOY, que é especificamente dirigido a mulheres e se baseia nos conhecimentos do líder espiritual Osho. Being a Woman, decorre em Abril e visa ultrapassar todos os condicionamentos que impedem de alcançar o pleno potencial, enquanto mulheres totais, verdadeiramente criativas e fiéis a si próprias.
 
Esperamos que goste e que divulgue!
 
Melhores cumprimentos,
 
 
 
 
 
P R E S S  R E L E A S E
 
28.02.08
 
Being a Woman – O Worshop que revela a “Mulher Essência”
 
 
A INJOY (www.injoy.pt) realiza no próximo mês de Abril o Workshop Being a Woman, inteiramente dedicado à Mulher.
Ser mulher não é fácil. São vários os papéis que lhe são atribuídos socialmente o que dá origem a vários comportamentos condicionados.
Este workshop visa ultrapassar todos os condicionamentos que impedem de alcançar o pleno potencial, enquanto mulheres inteiras e totais, fiéis a si próprias.
Durante 3 dias - entre 25 e 27 de Abril -, a INJOY propõe analisar o que é esperado às mulheres enquanto esposas, mães, amantes, amigas, e descobrir o que impede que cada mulher seja verdadeiramente criativa, com amor e de forma meditativa. Para que todas as mulheres possam passar da “mulher condicionada” a “mulher essência”. Através de exercícios simples, com o auxílio de técnicas de meditação tântrica antiga, serão reclamadas as qualidades naturais e sensuais da mulher.
Até onde é possível chegar quando deixamos de usar as máscaras habituais?
Being a Woman é um Workshop de mulheres, para mulheres, orientado por Ma Prem Shunyo, que viveu e aprendeu o poder da meditação durante 28 anos, no Resort de Meditação de OSHO, na Índia, sendo assistente pessoal desde místico contemporâneo até à sua morte.
 
Ma Prem Shunyo é britânica e tem uma interessante experiência de vida, inserida na mística indiana e na visão de OSHO, cujas técnicas de meditação e discursos publicados ajudam as pessoas a viverem mais felizes e com maior consciência. Foi em 1974 que se tornou discípula e assistente pessoal deste mestre indiano, que respeita mais as mulheres do que qualquer outra personagem histórica. Diz-nos que a mulher foi esmagada, explorada durante milhares de anos e que o seu condicionamento é muito mais profundo do que o do homem, porque é aceite naturalmente.
Nos últimos 13 anos, Ma Prem Shunyo tem liderado retiros de meditação e workshops um pouco por toda a Europa, assim como Japão, Taiwan, Índia, Austrália e México. É autora do livro “Diamond Days”, publicado em oito línguas, onde revela a sua experiência e transformação espiritual sobre a orientação de OSHO
 
SOBRE A INJOY
INJOY é uma organização fundada em 2004 por Kalid, depois de uma experiência reveladora no Osho Meditation Resort, em Puna, na Índia. Dedica-se ao desenvolvimento pessoal e cresce de dia para dia. Conta com a colaboração de mestres, professores e terapeutas nacionais e internacionais, que através da sua experiência trazem ensinamentos e sabedoria para despertar a expansão da consciência e caminho do conhecimento interior.
Entre os workshops de maior sucesso da INJOY, destacam-se “OSHO: Meditação para o Século XXI”, “Trance Dance; em Busca da Visão”, e o “The Results Course”. A proposta da INJOY é passar dos livros à experiência. Da Meditação à Dança, do Xamanismo ao Sufismo, da Índia à Amazónia Peruviana, de Osho a outros mestres. Todas estes caminhos servem de grande inspiração à INJOY sob a máxima “Live Totally!”      
    

Being a Woman
Data: 25 a 27 de Abril (Chegada a dia 24)
Local: 4 Ventos – Mafra
Promoção: Desconto para inscrições até 10 de Abril
Organização: www.injoy.pt
 
Para mais informações ver:
 
Para informações sobre o Workshop contactar:
INJOY
Sundari - 96 744 36 24 – 93 979 76 26 | info@injoy.pt
 
publicado por Luísa Castel-Branco às 15:50
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Boa noite

 
Estou a passar por uma depressão e por uma gravidez ao mesmo tempo.
Já estou no sétimo mês e embora já me sinta um pouco melhor, há dias muito difíceis, como hoje.
Estava perdida em frente ao computador, a tentar organizar a minha festa de aniversário(faço anos no sábado), quando fui parar ao seu Blog.  Quando li a sua descrição da depressão no texto de 16 de Novembro veram-me as lágrimas aos olhos.
 
Há tanta gente que já pasou por uma depressão, no entanto o sentimento que nos acompanha é o de solidão, de estarmos sozinhos e culpa, muita culpa. Já não consigo contar o número de vezes que pedi desculpa à minha bébé. Eu devia sentir-me bem e feliz para ela se sentir também assim. Em vez disso sinto-me triste, muito triste.
 
Estava a precisar de desabafar, e como com o meu companhero já desisti, aproveitei este cantinho.
 
Obrigada,
 
Sofia

Querida Sofia,

E não é que fazemos anos no mesmo dia?

O que quer dizer que voçé é Carneiro, signo de fogo e de muitas duvidas e sobressaltos de alma.

Mas, para quem não acredita nestas coisas, eu tenho mais uma "coincidência" algo que para além do nosso dia de aniversário nos une.

Também eu tive uma enorme depressão quando estava grávida do meu segundo filho.

Santo Deus, como me sentia culpada!

E claro, que se hoje em dia depressão ainda é coisa de mulher histérica, imagine há 27 anos atrás!

Mas, minha querida, a primeira pergunta que lhe coloco, com conhecimento de causa é se já falou com o seu médico/a sobre o assunto, se está a ser acompanhada, se faz terapia ou não.

Claro que estamos a falar de algo que custa dinheiro, mas a terapia permite-nos falar com alguém sem entraves ao choro, sem que essa pessoa esteja ligada a nós e por isso mesmo o psicologo ou outro profissional é a pessoa ideal para ajudar.

A depressão, ou melhor, os estados depressivos podem ser causados por algo concreto e determinado, ou pura e simplesmente ser algo para o qual temos tendência e muitas vezes uma carga hereditária.

Vai levar ainda muito tempo para que as pessoas em geral percebam bem o que é este suplicio, entre ataques de pânico e ataques de choro.

Mas querida Sofia, o importante é que NÃO PODE NUNCA culpar-se a si mesmo por algo que o seu fisico e o psiquico lhe trouxeram.

O seu filho , não sei se é o primeiro, vai ser feliz e você vai ser uma óptima Mãe.

Tem que se aceitar, e se o seu caso for igual ao meu, esses peridos de depressão podem acompanha-la o resto da vida.

Por tudo isto, era importante que comprasse um livro sobre o assunto, sinto muito mas não sei qual lhe indicar.

Mas vá a uma boa livraria e procure.

O livro servirá para si e para o seu marido.

Porque também é comum na depressão revoltarmo-nos contra as pessoas que nos são mais chegadas.

Tente fazer este caminho a dois.

Peça-lhe paciência e apoio, porque é disso mesmo que precisa.

E finalmente Sofia, dê um desconto a si mesma.

A culpa só nos leva mais para o fundo. Eu sei que é fácil de dizer e dificil de fazer.

Não dê a minima importância ás opiniões de toda a gente que a rodeia.

O que interessa é a opinião do médico, do profissional qualificado para tal.

E tenha a certeza que a vida lhe vai trazer muitos dias de sol.

Um grande beijo para si, e por favor vá dando noticias. Suas e do seu bebé.


Luísa

publicado por Luísa Castel-Branco às 14:49
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Quarta-feira, 2 de Abril de 2008

Desafio nº14 – Hoje vamos falar de Amor

 
A suprema felicidade da vida
E a convicção de ser amado
Por aquilo que somos,
Ou, para ser mais preciso,
De ser amado
Apesar do que somos”
Victor Hugo
 
Encontrei este texto e pensei para mim mesma, que em poucas palavras Victor Hugo disse tudo.
Porque a felicidade é aquilo que todos nós procuramos ao longo da vida, aquilo que muitas vezes o dinheiro, o poder, a fama, enfim, a panóplia completa dos grandes sucessos da vida não nos consegue trazer.
Talvez seja, afinal estupidamente simples, e por isso mesmo, estupidamente complicado.
Ser amado “apesar do que somos” é o grande sonho de todos nós, e especialmente de todas as mulheres.
E contudo, as relações estão em crise, a solidão é cada vez maior, a morte do amor é cada vez mais uma certeza, como se naquilo que deveria ser uma viagem a dois, soubéssemos de antemão que pelo menos um vai saltar já na próxima estação, e o outro ficará só.
Porque esta infelicidade, ou se preferirem esta procura constante da felicidade, não conhece idades.
Já não são os casamentos/uniões com muitos anos que acabam, são também os mais recentes. Segundo os últimos números, em cada três casamentos em Portugal, dois acabam em divórcio ao fim de dois anos.
Dois anos? Mas é ainda o início da caminhada! É como se desistíssemos mesmo antes de fazer um esforço para apreender quem é o outro.
Depois, saltasse de relação em relação e o padrão repete-se.
Mas, caras amigas, para alguém nos amar “apesar do que somos” é preciso tempo, é necessário ter partilhado os bons e os maus momentos, e só assim podemos dizer em verdade que sabemos quem o outro é.
Estaremos perante um mal da sociedade? O resultado do apelo constante ao prazer que nos chega de todas as formas? O elogio ao sexo fácil e sempre super fantástico?
Não sei. Mas se olharem à vossa volta vão seguramente encontrar mulheres cada vez mais jovens, sozinhas.
E homens cada vez mais jovens com crises de identidade.
Pois o meu desafio por hoje, caras amigas, é colocar-vos esta questão, e perguntar o que pensam sobre o amor e o compromisso na nossa sociedade.
Espero aqui por todas vós.
Com um abraço
 
publicado por Luísa Castel-Branco às 11:37
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Vox pop - E viva Campo de Ourique e as histórias felizes!

Fui lá armada em esperta. A intenção era saberm se aquelas mulheres que ali trabalhavam no Mercado de Campo de Ourique tinham sequer sabido da comemoração do Dia Internacional da Mulher.

E não é que todas, apenas uma excepção, tinham recebido presentes, eram casadas há mais anos do que imaginamos que ainda existam casamentos em Lisboa ?!

Toma lá Luísa para aprenderes!

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