Quinta-feira, 8 de Novembro de 2007

Desafio nº 5 - Cair não é problema, o que interessa é como nos levantamos!

Ok. Já sei que se vão zangar comigo por causa deste desafio mas acreditem em mim quando digo que vale a pena, ainda que doa um bocadinho!
Ora bem, puxe pela memória e veja quantas vezes tem tido reveses na sua vida, pessoal, profissional, familiar.

Percebe o que eu quero dizer? Falo das contrariedades, daqueles muros no estômago que de vez em quando nos deixam ficar sem ar, e nos atiram ao chão. Daquelas situações em que sentimos que o mundo inteiro está contra nós, que tudo é uma injustiça e ainda por cima, aquilo que fizemos, pensamos ou não dissemos foi feito com a pureza do nosso coração!

Pois. Mas a vida depara-nos com obstáculos sem nos avisar antes, venham eles da forma que tiverem e nem sempre, aliás, poucas vezes a boa vontade e um coração puro nos pode salvar.

Depois desta introdução, aqui vai o desafio:
Pense um pouco sobre os contratempos que teve na sua vida, e depois faça uma lista (eu sei que tenho esta mania, mas resulta!), dividindo-os em pessoal e profissional.

De seguida, escreva em frente de cada um, as consequências que tiveram. Nem pense que cada vez que caiu com a cara no chão, foi uma experiência péssima para si e nada mais! Se pensar mais profundamente, vai verificar que o impacto de cada queda foi diferente do anterior e da seguinte.

Seja exigente consigo mesma.

Para variar eu dou-lhe um exemplo meu (um de muitos!):
Há muitos anos, tive a oportunidade de entrar numa Multinacional com um daqueles ordenados que fazem sonhar!
Mas eu sempre fui alérgica a grandes empresas, mania minha, mas sempre gostei de coisas mais intimistas e disse que não.
Em vez de ir para a tal grande empresa, tomei fôlego e abri uma empresa de Comunicação.

Fui a primeira mulher a trabalhar Marketing Politico, e a coisa correu bem durante alguns anos, e depois, quando veio a crise...tive que vender.
Se pensar um bocadinho, só com este dado da minha vida, consigo enumerar uma longa lista de desaires a nível profissional e pessoal.

Mas sabem o que é o mais importante de tudo, o que eu tenho que reter bem presente na minha cabeça?
É que se eu tivesse aceitado aquele trabalho tão bem pago, não tinha batido mais tarde”com os burrinhos na água”, não teria de começar de novo e não partiria em busca de trabalho.

Até ao dia em que cheguei aquilo que viria a ser o CNL e consegui um emprego como coordenadora de redacção!
Depois, isso fica para outras conversas mas aqui está o meu exemplo. Espero pelos vossos e até para a semana.

Um abraço,
Luísa

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publicado por Luísa Castel-Branco às 18:08
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Vox pop - E viva Campo de Ourique e as histórias felizes!

Fui lá armada em esperta. A intenção era saberm se aquelas mulheres que ali trabalhavam no Mercado de Campo de Ourique tinham sequer sabido da comemoração do Dia Internacional da Mulher.

E não é que todas, apenas uma excepção, tinham recebido presentes, eram casadas há mais anos do que imaginamos que ainda existam casamentos em Lisboa ?!

Toma lá Luísa para aprenderes!

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